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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

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Gênero e Diversidade na Escola - Polo São Simão
O referido Blog deverá ser um lugar de exercício coletivo da reflexão, produção e exposição de conhecimentos, numa perspectiva essencialmente educativa dos conteúdos abordados no Curso de Extensão “Gênero e Diversidade na Escola" Polo São Simão - EaD/UFG/CIAR

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Sexualidade, Diversidade e DIscriminação...
Por Simone Aparecida da Silva

A sexualidade é algo que mexe com a sociedade as pessoas muitas vezes são obrigadas a conter seus desejos sexuais para seguir o padrão heterossexual insposto pelos valores morais da sociedade,espera-se que o homem e a mulher unam-se para que possa garantir a contínuidade da espécie humana,quando nota-se o contrário e nos deparamos com a união entre dois homens ou entre duas mulheres no primeiro momento surge a rejeição daquilo que vai contra a natureza humana,apesar das pessoas estarem mais esclarecidas sobre o assunto da homossealidade e a promoção de vários eventos como movimento LGBT ,do apoio que muitos deputados e senadores vem disponibinilizando à causa dos homossexuais inclusive há uma Lei em votação no senado que punirá a homofobia do mesmo modo que o racismo,contudo ainda nota-se muito preconceito e atos discriminatórios e se essas pessoas são de classe mais inferiores o preconceito ainda é mais visível , se os homossexuais, lésbicas, bissexuais ...são indivíduos que já possuem um destaque na sociedade ou que têm um bom cargo profissional nota-se que essa rejeição é menos presente chegando até a serem adimirados e respeitados por muitos.Hoje casais homossexuais já conquistaram o direito à união judicial , o direito à adoção de crianças mas é claro que antes deve haver a aprovação judicial.Mas porém o que se questiona é que criançãs provindas desses relacionamentos podem também serem alvo de preconceitos e piadinhas no ambiente social e escolar,por isso os professores precisam estarem abertos às diversidades e preparados para lidarem com a situação no ambiente escolar até porque as crianças vem despertando cada vez mais cedo os seus instintos sexuais e atos homofobicos também são presentes nas crianças como é o caso de uma que foi agredida pelos colegas por apresentar gestos afeminados. Ao assistir o filme Kinsey me deparei com uma frase que dizia mais ou menos assim : A diversidade está presente em todos os setores da vida e cabe a nós identificá-la . Portanto nós professores devemos estarmos atentos a todo momento observando atos e gestos de alunos em sala de aula para que esses alunos não venham sofrer com atos homofóbicos , Por isso a necessidade de buscar mais conhecimento e preparo sobre o assunto para podermos promover uma educação igualitária garantintindo a formação de cidadãos independentes de sexo ou raça.
Postado por Curso Gênero e Diversidade na Escola UFG/CIAR às 11:39 0 comentários
Sexualidade, Diversidade e DIscriminação...
Especificamente em São Paulo, a parada LGBT acontece desde 1997 na Avenida Paulista. Entrou para história em 2004, pois, segundo os organizadores, passou a ser a maior marcha deste tipo no mundo. De acordo com as estimativas da Polícia Militar de São Paulo, mais de um milhão e meio de pessoas participaram do evento. As principais reivindicações do Movimento Homossexual Brasileiro neste ano continuaram sendo o direito ao casamento no civil e o fim da discriminação e homofobia.
Neste ano, a Parada Gay de São Paulo realizou-se em 14 de junho, com o tema “Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia dos direitos”, enfatizando o apoio ao projeto que criminaliza a homofobia no Brasil (Projeto de Lei Complementar PLC 122/06).
A parada deixou bares lotados e contou com a presença da ex-prefeita Marta Suplicy e do atual prefeito Gilberto Kassab, do governador José Serra e a adesão de sindicalistas (CTB, CUT, Força Sindical e UGT) e de comunidades religiosas como a Comunidade Cristã Nova Esperança, além dos tradicionais ativistas e simpatizantes.
Nesse sentido, fico pensando a cerca das manifestações políticas que se dizem positivas ao movimento. Há realmente uma preocupação em prol do movimento e esclarecimento sobre sua relevância no que consta a luta em combate ao preconceito, discriminação e práticas homofóbicas ou presenciamos um interesse camuflado?

Fonte: http://www.stonewallbrasil.com/historia.html; http://pt.wikipedia.org/wiki/Parada_do_ rgulho_LGBT
Postado por Curso Gênero e Diversidade na Escola UFG/CIAR às 11:37 0 comentários
Sexualidade, Diversidade e DIscriminação...
A HISTÓRIA DO GAYPRIDE

A cada ano, no mês de junho ocorre a celebração do Pride- Dia do Orgulho. O início dessa história está em 1969, em Nova York, mais precisamente no bar Stonewall. Este bar se tornou o palco da celebração do que conhecemos hoje como movimento gay. Foi o marco zero da luta dos homossexuais por direitos civis e liberdade individual.

Antes dos anos 60, havia uma tímida legislação que mal conseguia amparar gays e lésbicas. Vivia-se uma das épocas mais intolerantes e opressoras, com o advento, por exemplo, da “caça as bruxas” imposto pelo governo americano, que perseguia comunistas. Por falta de critérios claros, passou-se a usar o pretexto político para atacar quaisquer setores da sociedade que não “se enquadravam”.

Com a efervescência cultural e política da época, aliado ao movimento hippie, os caminhos estavam abertos para o início do movimento gay.

Durante o funcionamento do bar, a polícia de Nova York dava constantes batidas no local com a intenção de extorquir os freqüentadores. Aos gritos, adentravam o bar, faziam revistas não-autorizadas e efetuavam prisões de maneira leviana e aleatória, sem critérios claros ou outras explicações. Porém, no dia 28 de junho de 1969, cansados das violências e da humilhação a que vinham sendo submetidos, as cerca de 400 pessoas que estavam lá naquela noite resolveram enfrentar a polícia com pedras, socos e o que mais estivesse ao alcance. A notícia se espalhou pelo país rapidamente (com cobertura dos principais jornais nova-iorquinos), e mais confrontos aconteceram nos dias seguintes, com cada vez mais gente aderindo à causa a favor dos gays.
De acordo com site MixBrasil, o importante jornal local Village Voice descreveu assim a cena da rebelião: "De repente, o camburão chegou e o clima esquentou. Três das mais descaradas travestis foram empurradas para dentro da viatura, junto com o barman e um outro funcionário, sob um coro de vaias da multidão. Alguém gritou conclamando o povo a virar o camburão. Nisso, saía do bar uma lésbica, que começou uma briga com os policiais. Foi nesse momento que a rebelião começou. Latas e garrafas de cerveja começaram a ser atiradas em direção aos policiais..." Após prisões, confusões e protestos, o Stonewall Inn (Christopher Street, 51 e 53) se tornou um lugar mítico e o principal pilar da luta dos gays contra a repressão e o preconceito.
A chama se espalhou e logo em seguida outras cidades americanas e o mundo estariam se juntando à causa, celebrando a data e os acontecimentos do dia. O principal legado do evento Stonewall foi despir os gays da vergonha que sentiam e unir a comunidade gay em torno de um único objetivo: a luta contra a discriminação e a favor de direitos iguais. No ano seguinte, a primeira passeata gay foi organizada e cerca de 5 mil pessoas compareceram. Desde então este número só faz crescer. Hoje o bar ocupa uma parte de seu local original e é um ponto turístico de Nova York, preferido do público gay local e dos turistas
Postado por Curso Gênero e Diversidade na Escola UFG/CIAR às 11:36 0 comentários
Sexualidade, Diversidade e DIscriminação...
Por Iolanda Martins da Silva

A discriminação tradicionalmente vem em função das diferenças sócio cultural, bem como as diferenças de sexo, cor, opção religiosa, origem étnica, e condições sócio econômicas dentre outros. A promoção da desigualdade como princípio ético para uma sociedade justa deve primar pelo reconhecimento e respeito à diversidade de valores e comportamentos relativos à sexualidade em suas diferentes formas de expressões. Essa diversidade sexual, no entanto, precisa ser afirmada nos termos de uma ética democrática, não sendo conivente com atos abusivos e de opressão.

A homofobia é a atitude de hostilidade para com os homossexuais. Embora primeiro seu elemento seja a rejeição irracional ou mesmo o ódio em relação a gays e lésbicas, a homofobia não pode ser reduzida a isso, portanto é uma manifestação arbitrária que consiste em qualificar o outro como contrário, inferior ou anormal. Devido a sua diferença, esse outro é posto fora do universo comum dos humanos. Crime abominável, amor pecaminoso, tendência perversa, prática infame, paixão abjeta, pecado contra a natureza, vício tantas designações que durante séculos serviram para qualificar o desejo e as relações sexuais ou afetivas entre pessoas do mesmo sexo. Relegado ao papel de marginal ou excêntrico, o homossexual é tido pela norma social como bizarro, estranho ou disparato.

Todos estes princípios devem ser desconstruídos em função das novas políticas, que buscam a equalização e a reconstrução de uma nova forma de vivenciar culturalmente uma sociedade sem preconceito e menos excludente.




Por Juliana Mereles de Souza

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